Boavista Campeão Nacional da 1ª Divisão
Campeonato Nacional da 1ª Divisão
“Raça, Canhão, Fertilidade e Felicidade”
“Raça, Canhão, Fertilidade e Felicidade”
Em 1977 e por razões não escaquísticas desloquei-me ao Bahrain, um conjunto de 33 ilhas situado no Golfo Árabe, na costa leste da Arábia Saudita.
De tudo o que vi e foi bastante, houve um facto que constatei e que até hoje me deixou intrigado, vou contar:
Numa fortaleza com algumas centenas de anos haviam vários canhões já inoperativos assim como a própria fortaleza mas, junto a um dos canhões e só a esse, estava uma fila de mulheres árabes que ia avançando lenta e calmamente para o “armamento”, uma de cada vez, para ali se sentar de perna aberta, fazendo lembrar “amazona guerreira em sela de cavalo”.
Depois de sentada a mulher mexia e remexia o seu belo traseiro sobre o “canhão” num ritmo que ia acelerando à medida que o tempo passava até um máximo de dez minutos findo os quais saia, limpava muito bem a “arma” e dava lugar à entrada de outra mulher.
Intrigado com este ritual já só esperava pelo fim para ver que raio de canhão era aquele e assim que tudo acabou, zás; aproximei-me da velha arma (não para me sentar entenda-se) e fiquei espantado quando vi, ainda muito bem conservada, uma inscrição mais ou menos a meio do cano, das armas Reais Portugueses!
De boca aberta pelo espanto, olhar fixo no baluarte e de dedo apontado na sua direcção, perguntei ao meu guia, um árabe já entradote na idade e que falava correctamente Português, qual era o objectivo daquelas mulheres! O homem respondeu-me assim:
- Mas o Senhor que até é Português não sabe! As mulheres daqui (só as que são estéreis) fazem isto e se for bem feito, passado algum tempo começam a ter filhos; é só isso!
Pensei que era mais uma “arabinisse” e nem discuti mas, depois de consultar os indicadores da sua taxa de natalidade, constatei que ela sobe todos os anos!
Os meus amigos, de nariz retorcido e sobrolho carregado, nesta altura já se interrogam:
- Pooorra! Lá está este gajo outra vez com as suas tangas; o que é que esta mer… tem a ver com o campeonato nacional da 1ª Divisão, carago!
Ora então ai vai; o Boavista ganhou o campeonato e até destacado, (eu estive lá e vi) porque jogou com as armas Reais Portuguesas e, tal como o árabe disse, também eu digo: «é só isso.»
E agora “fogo à peça” que pode ser que volte a funcionar. Viva o Boavista Viva Portugal.
Um grande obrigado para o Arlindo Vieira do Walter Tarira, pela forma tão bela sentida e bonita de descrever aqueles inesquecíveis momentos lá no NOVOTEL.
Um abraço do sempre amigo
De tudo o que vi e foi bastante, houve um facto que constatei e que até hoje me deixou intrigado, vou contar:
Numa fortaleza com algumas centenas de anos haviam vários canhões já inoperativos assim como a própria fortaleza mas, junto a um dos canhões e só a esse, estava uma fila de mulheres árabes que ia avançando lenta e calmamente para o “armamento”, uma de cada vez, para ali se sentar de perna aberta, fazendo lembrar “amazona guerreira em sela de cavalo”.
Depois de sentada a mulher mexia e remexia o seu belo traseiro sobre o “canhão” num ritmo que ia acelerando à medida que o tempo passava até um máximo de dez minutos findo os quais saia, limpava muito bem a “arma” e dava lugar à entrada de outra mulher.
Intrigado com este ritual já só esperava pelo fim para ver que raio de canhão era aquele e assim que tudo acabou, zás; aproximei-me da velha arma (não para me sentar entenda-se) e fiquei espantado quando vi, ainda muito bem conservada, uma inscrição mais ou menos a meio do cano, das armas Reais Portugueses!
De boca aberta pelo espanto, olhar fixo no baluarte e de dedo apontado na sua direcção, perguntei ao meu guia, um árabe já entradote na idade e que falava correctamente Português, qual era o objectivo daquelas mulheres! O homem respondeu-me assim:
- Mas o Senhor que até é Português não sabe! As mulheres daqui (só as que são estéreis) fazem isto e se for bem feito, passado algum tempo começam a ter filhos; é só isso!
Pensei que era mais uma “arabinisse” e nem discuti mas, depois de consultar os indicadores da sua taxa de natalidade, constatei que ela sobe todos os anos!
Os meus amigos, de nariz retorcido e sobrolho carregado, nesta altura já se interrogam:
- Pooorra! Lá está este gajo outra vez com as suas tangas; o que é que esta mer… tem a ver com o campeonato nacional da 1ª Divisão, carago!
Ora então ai vai; o Boavista ganhou o campeonato e até destacado, (eu estive lá e vi) porque jogou com as armas Reais Portuguesas e, tal como o árabe disse, também eu digo: «é só isso.»
E agora “fogo à peça” que pode ser que volte a funcionar. Viva o Boavista Viva Portugal.
Um grande obrigado para o Arlindo Vieira do Walter Tarira, pela forma tão bela sentida e bonita de descrever aqueles inesquecíveis momentos lá no NOVOTEL.
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1 Comentários:
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